Acontecem na vida coisas estranhas, a velha máxima - "toda ação corresponde a uma reação" - procede... e quanto e tanto. E quando retrocedemos ás páginas anteriores, hum, tanta poeira, mofo, incerteza, perpétuas incertezas, os monstros guardados nos espiam, se esgueirando pelas frestas do medo, atroz gozador que finge nos poupar.
Imaginando qual a próxima cilada. Vivemos assim, entediados pelos medos, e aorrentados pelas incertezas. Nada é eterno e tudo é efêmero, passageiro, incerto... Nesse caminho de dúvidas temos poucas certezas, e muito a escolher, necessariamente decidir...
Arrepender-se faz parte desse show, é, está atrelado a nós. Indiscutívelmente inseparável.
Ainda bem que existem certas estrelas que amenizam os algozes da vida, e aquele brilho, mesmo tão distante lembra que existe algo maravilhoso, bom o suficiente para devolver o fôlego, e lá vamos nós caminhando e cantando.
Só vale a pena se cantarmos mais que caminharmos, se espiarmos mais as estrelinhas, e guardarmos as centelhas de felicidade que nos são concedidas, ou melhor, que nos concedemos.
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